Dados Históricos de Mafra

Sede de um Município desde o ano de 1189. No entanto, a sua origem remonta a épocas mais recuadas, presumivelmente ao neolítico ou mesmo ao paleolítico.

D. Manuel I concedeu-lhe Foral Novo, em 1513. Porém, foi o Rei-Sol português, D. João V, quem a promoveu, ao escolher um arrabalde para nele edificar o Palácio-Convento de Santo António, geralmente considerado o ponto de partida do barroco português.

Dignos de admiração: a estatuária italiana, a maior coleção existente em Portugal, os dois carrilhões e os seis órgãos, conjuntos únicos em todo o mundo, bem como a Biblioteca, repositório formidável do saber apadrinhado pelo monarca Magnânimo.
Coração e centro cultural da região saloia, oferece aos seus visitantes a possibilidade de se familiarizarem com o artesanato, a etnografia e a natureza, sendo a Tapada Nacional de Mafra um dos pontos de visita obrigatória, com a história, as artes e a doçaria tradicional.

São várias as festividades a merecer destaque: a Feira de Santo André, que decorre no dia 30 de novembro; a Feira da Murgeira (dos Alhos ou de Julho), que tem lugar no terceiro domingo de julho; a Romaria de Nossa Senhora do Arquitecto, que na 2.ª Feira de Pentecostes enche o Arquitecto de gente; a Procissão do Encontro, no segundo domingo da Quaresma. Derradeiros vestígios da religiosidade barroca em Portugal, quase únicas no país, são as Procissões da Penitência dos Terceiros Franciscanos (quarto domingo da Quaresma), das Dores ou da Burrinha (Domingo de Ramos) e do Enterro do Senhor (Sexta Feira Santa).

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